Em abril de 2013, depois de consagrada com colaboração em trabalhos do Cassiano Gabus Mendes ( Meu Bem Meu Mal /1990 e O Mapa da Mina /1993), adaptações impecáveis de grandes autores da nossa literatura em minisséries como A Muralha (2000), Os Maias (2001), A Casa das Sete Mulheres (2003), JK (2006) entre outros, e os remakes de Anjo Mau (1997) e Ti Ti Ti (2010), clássicos da nossa teledramaturgia, Maria Adelaide Amaral , em parceria com Vicent Villari, “estreava” com uma trama totalmente autoral no horário das sete. Sangue Bom explorava como pano de fundo a valorização excessiva da aparência, a febre pelo consumo e o desejo de fama à qualquer custo. A trama foi a prova dos nove da autora, que saia da sua zona de confort...