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O Pior da Semana – 05 à 10.02.2018


Mais uma personagem da Júlia Dalávia sofrendo de doença terminal / Tatá Werneck que estreou morna e engessada  em “Deus Salve o Rei”/Sérgio Marone em “Apocalipse”  


Mais uma personagem da Júlia Dalávia sofrendo de doença terminal

        E parece que a Júlia Dalávia vai  de novo minguar uma doença na teledramaturgia. Parece que suas personagens tem esse carma. Depois de sua personagem morrer de AIDS em Os Dias Eram Assim, no ano passado, a Adriana de O Outro Lado do Paraíso, além de couch e muito chata,  vai ser comedida por uma doença grave na reta final da trama.

Tatá Werneck que estreou morna em “Deus Salve o Rei

        Comemorei na semana passada  com o “Melhor da Semana” a chegada da Tatá Werneck em Deus Salve o Rei, e apostei muito na sua dobradinha com Jonny Massaro que vive o príncipe Rodolfo. Uma sema depois dessa estreia, a Lucrécia ainda não mostrou a que veio na trama e diferente de todas as outras personagens que a Tatá viveu nas novelas não lembra e nem se aproveitou (ainda) dos trejeitos da atriz. Talvez a ideia do autor seja mostrar uma personagem da atriz que não seja a Tatá Werneck,  como foram a Valdirene  de Amor à Vida, a Danda de I Love Paraísópolis ou a Fedora de Haja de Coração, mas isso me  parece   que não está dando  muito  certo. A Tatá Werneck está no mínimo engessada dentro   da Lucrécia.

Sérgio Marone, vergonha alheia em “Apocalipse

        Entre todos os problemas de Apocalipse sem dúvidas a escalação do Sérgio Marone é o ponto mais fraco da novela. Na pele do vilão Ricardo Montana, o anticristo,  o ator vem dando seguidos shows de canastrices em suas cenas e esta semana fechou o capítulo de terça-feira (06.02), o do tão aguardado arrebatamento, com um sorrisinho sínico de felicidade com a nada emblemática frase: “Chegou Minha Hora!”. Foi o ápice do despreparo do ator.
        Desde as primeiras cenas ficou nítido que o ator não tinha a força e a dedicação suficiente para viver um personagem tão importante dentro da trama. Em Os Dez Mandamentos, a temática de época meio que maquiava  o despreparo do ator como Ramsés, sem esse recurso em Apocalipse, o Ricardo Montana precisa de uma maior interpretação e entrega, algo que o Marone já provou que não tem para dar.

Fonte:
Texto: Evaldiano de Sousa

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