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Morte de Zé Venâncio mostra pura arte em capítulo antológico de “Renascer”

 



        Repetindo o que aconteceu na primeira versão, no capítulo desta segunda-feira (22.04) de Renascer, do autor Bruno Luperi, aconteceu a sequencia da morte de Zé Venâncio (Rodrigo Simas), um dos pontos altos da história, e que só ocorreu na  primeira versão por causa dos desentendimentos entre a produção e o intérprete do personagem, Taumaturgo Ferreira em 1993.



        Bruno Luperi,  que segue à risca os originais do avô BeneditoRuy Barbosa, repetiu o feito e viu a sequencia se transformar em um fenômeno.

        A cena em seu conjunto foi de arrepiar e emocionar o mais duro telespectador.  José Inocêncio (Marcos Palmeira) cavalgando desesperado; Inácia (Edvana Carvalho) transpirando a dor; a chama da vela do altar  da santa se apagando e  o cramulhão aparecendo,  fechando com o disparo  fatal.

         Marcos Palmeira na pele do Zé Inocêncio desta versão, passa pela segunda vez pela cena. No original de 1993 ele fez as vezes de João Pedro. O Ator deu um show cênico representando a dor do pai que ver o filho indo embora de forma tão brusca e injusta.



         Na pele do Venâncio, Rodrigo Simas, é o que melhor entregou dos 3 filhos mais velhos. Talvez até mesmo por isso a repetição dessa sequência tenha sido tão controvérsia. Precisava mesmo?  O  Ator  deu ao personagem um tom sensível e mais apaixonante. E o que dizer  das cenas de tormento ao lado da Sophie Charlotte(Eliana). Na sequência da morte o olhar  do personagem se despedindo foi impactante.



        Juan Paiva, novamente rouba a cena, mostrando o grande ator que é  ganhando todos os holofotes com a sequência de João Pedro carregando o irmão morto nas costas – Num misto de desespero e medo de , mais uma vez ser acusado pelo pai de lhe ter tirado um pedaço do seu coração, como aconteceu  na morte de parto da Maria Santa (Duda Santos).

         Foi um capítulo daqueles que marcam uma novela e,  que  nós certamente para sempre vamos lembrar.

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Rodrigo Simas


Marcos Palmeira 


Fonte:

Texto: Evaldiano de Sousa

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