Há duas semanas fiz um post sobre a química
entre Nicolas Prattes e Ronald Sotto como protagonista e
antagonista masculinos de A Nobreza do Amor,
que pode ser revisto AQUI, porque inicialmente eu tinha receio de que
o carisma e experiência do
Nicolas acabasse se sobressaindo em cima
do Ronald, que é estreante, um rosto novo na tv.
Infelizmente isso aconteceu nos capítulos
seguintes. O Tonho parece que ficou de
lado e o Mirinho ganhou ares de protagonista. Claro que o talento do Ronald
Sotto não é o que eu contesto, mas sim talvez o roteiro da trama da trinca Duca Rachid, Júlio
Fischer e Elísio Lopes Jr., que não sei se propositalmente vem
deixando o Tonho quase como coadjuvante em seus núcleos e principalmente em cenas com Nicolas e até com seu par romântico
Duda Santos, outra que tem
uma luz cênica muito forte.
Claro que o lado bom dessa história e que o Nicolas Prattes sabe crescer em cena e vem roubando cada uma na
pele do polêmico Mirinho.
O ator entrega uma atuação magnética, daquelas que despertam
sentimentos conflitantes no público: é impossível não se irritar com suas
atitudes… mas ao mesmo tempo, impossível parar de assistir!
Mirinho
é o típico personagem que a gente ama odiar — cheio de camadas, sarcasmo e uma
presença marcante que movimenta cada cena em que aparece. E Nicolas segura tudo
isso com carisma, intensidade e um talento que só cresce a cada capítulo.
Veja Também:
| Nicolas Prattes |
| A Nobreza do Amor |
Fonte:
Texto: Evaldiano de
Sousa

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