A Ceci de “Dona Beja” na Band
Débora Evelyn é uma das atrizes mais respeitadas da
televisão, teatro e cinema no Brasil, conhecida por sua versatilidade e
intensidade em cena.
Nascida
no Rio de Janeiro, ela vem de uma família artística — é filha do ator Carlos
Evelyn — o que ajudou a moldar sua trajetória desde cedo. Ao longo da
carreira, construiu uma imagem sólida interpretando personagens complexas,
muitas vezes carregadas de emoção e conflitos internos.
Na
televisão, brilhou em diversas novelas da
Globo, desde a estreia na minissérie Moinhosde Ventos(1983), como A Gata Comeu(1985),
Hipertensão(1986), Bebê a Bordo(1989), Vida Nova(1989), Mico Preto (1990), FeraFerida (1993), Pátria Minha (1994),
Explode Coração (1995), Um Anjo Caiu do Céu
(2001), Celebridade (2003) , Caras e Bocas(2009), A Regra do Jogo(2015) e Tempo de Amar (2017)
entre outras.
No
teatro, Débora é amplamente reconhecida por seu talento, com atuações premiadas
e elogiadas pela crítica, mostrando sua profundidade como atriz. Já no cinema,
participou de filmes importantes do cenário nacional, consolidando ainda mais
sua carreira.
Uma
característica marcante da Débora Evelyn é sua capacidade de dar vida a
personagens densos, muitas vezes ambíguos, transitando com facilidade entre o
drama, o suspense e até momentos mais leves, é exatamente assim que ela
nos apresenta atualmente a Ceci, a
personagem que ela defende no remake de
Dona Beja, com argumento de Renata
Jhin, é adaptada por António Barreira e
Daniel Berlinsky, no ar pela HBOMax e a Band.
Com
44 anos de carreira, Déborah Evelyn
é uma atriz que está sempre evidência, com
uma habilidade impressionante de
transformar cada personagem em alguém único, seja como vilã, mocinha ou figuras
cheias de conflitos internos.
O
post de hoje comemora essa carreira impecável da atriz, sua volta a tv em Dona
Beja e logo, logo a Globo na próxima
novela das nove - Quem Ama Cuida.
O
e10blog já havia homenageado a
Déborah com um post em 2013 (AQUI) , mas
uma atriz tão cheia de talento e personagens
icônicas já merecia esse segundo
post.
Tereza de Moinhos de Vento (1983)
Na minissérie Moinhos de Vento, do Daniel Más e Leilah Assumpção,
a jovem Tereza, vivida por Déborah Evelyn, já chegava carregada de
emoção e complexidade — um papel forte que marcou a estreia da atriz na
televisão. Antes ela havia feito apenas um episódio da série Caso Verdade. Após perder a mãe para o câncer, Tereza
mergulha em um turbilhão de sentimentos. Fragilizada, ela passa a agir de forma
impulsiva, revelando uma profunda carência afetiva e uma busca desesperada por
acolhimento.
Essa
vulnerabilidade a leva a se envolver em situações delicadas, inclusive com
homens mais velhos, expondo conflitos familiares e emocionais que dão à
personagem uma camada intensa e, ao mesmo tempo, controversa.
Mesmo
sendo seu primeiro trabalho na TV, Déborah Evelyn mostrou uma entrega
impressionante, dando vida a uma personagem densa, sensível e cheia de nuances.
Tereza é daquelas personagens que incomodam, emocionam e ficam na memória — um
retrato forte sobre luto, ausência e os caminhos turbulentos da juventude.
Flávia de Selva
de Pedra(1986)
A Flávia Moreno, interpretada por Déborah Evelyn no
remake de Selva de Pedra, é uma
personagem marcante dentro do núcleo dramático da trama — especialmente por sua
carga emocional intensa e delicada.
Na
versão adaptada por Regina Braga, Flávia é filha de Jorge Moreno (OtávioAugusto) e surge como uma jovem
sensível, tímida e profundamente afetada pelos conflitos familiares,
especialmente pela separação dos pais.
Mas
o que realmente torna a personagem inesquecível é o drama pesado que ela
enfrenta ao longo da história. Flávia passa por uma situação traumática — um
abuso cometido pelo namorado de sua mãe — o que a leva a um estado de choque
tão profundo que ela fica muda por vários capítulos, evidenciando o impacto
psicológico da violência. Ao flagrar o namorado assediando a filha Walquíria
(Juliana Carneiro da Cunha), o mata, e deixa a culpa recair sobre
Flávia, usando a desculpa dos seus problemas psicológicos.
Esse
arco dramático exigiu uma entrega intensa de Déborah Evelyn, que
conseguiu transmitir, muitas vezes sem palavras, a dor, o medo e a fragilidade
da personagem. Foi um papel que destacou sua capacidade dramática logo no
início da carreira.
Raquel de Hipertensão (1986)
Na novela Hipertensão,
da Ivani Ribeiro, recém terminada na Globoplay Novelas, a
talentosa Déborah Evelyn deu vida à sensível e sofrida Raquel — outra personagem da atriz marcada por conflitos emocionais
profundos.
Filha
de uma mãe dura e autoritária, Raquel cresce em um ambiente de rejeição e
culpa, carregando traumas que moldam sua personalidade. Tímida, insegura e
extremamente reprimida, ela vive à sombra da figura materna, a autoritária Donana, vivida pela inesquecível Geórgia Gomide, sem forças para reagir
às injustiças que enfrenta.
No
amor, encontra um respiro em uma relação delicada e diferente: seu envolvimento
com Túlio (César Filho) nasce de forma anônima, através de mensagens em um
programa de rádio — um romance cheio de idealização e sentimentos guardados.
Ao longo da trama,
Raquel casa-se com Laerte (Paulo Betti),
apenas para se libertar dos domínios da mãe e inicia um processo de transformação, mostrando
que, mesmo nas dores mais profundas, existe espaço para crescimento e
descoberta pessoal.
Marisa de MicoPreto (1990)
Marisa é uma das personagens jovens da novela Mico Preto, dos autores Marcílio Moraes, Leonor Bassères e Euclydes Marinho.
Na trama, ela faz parte do núcleo
familiar central e carrega um perfil leve, romântico e cheio de expectativas
amorosas.
Filha
de Honório (Mauro Mendonça) e Neném (Eva Wilma), Marisa é irmã de Cláudia
(Louise Cardoso) e Robin (MarceloSerrado), vivendo em meio às confusões domésticas que movimentam a história.
A
personagem é uma jovem alegre, interessante e sonhadora, típica das mocinhas
românticas da época. Seu principal conflito gira em torno de seu envolvimento
com José Luís, personagem do Migue lFalabella. Apaixonada, Marisa acredita ter encontrado o homem ideal, sem
saber que ele é homossexual — o que gera situações delicadas e até cômicas
dentro da narrativa. Mesmo depois que
descobre que Zé Luís não gosta de mulheres, ela continua com esperanças, já que Arnaldo, irmão
gêmeo de Zé Luis, machão e viril, se passa pelo irmão nas vezes em que ficam
juntos.
Esse
arco traz um olhar curioso para os costumes da época, misturando romance,
ingenuidade e um toque de crítica social, algo bem característico das novelas
do período. Marisa, assim, representa a jovem iludida pelo amor idealizado,
vivendo descobertas e decepções ao longo da trama.
No
conjunto da obra, a personagem ajuda a equilibrar humor e emoção, sendo uma
presença marcante dentro do universo leve e satírico de Mico Preto.
Bárbara de Pátria Minha (1994)
Bárbara, personagem interpretada por Déborah Evelyn na
novela Pátria Minha, é uma figura
marcante dentro do universo sofisticado e crítico criado por Gilberto Braga.
Na
trama, Bárbara representa a juventude da elite carioca, carregando traços de
modernidade, independência e, ao mesmo tempo, certa superficialidade típica do
meio em que vive. Ela transita com naturalidade entre festas, romances e
conflitos emocionais, refletindo o estilo de vida de uma geração privilegiada,
mas muitas vezes vazia de propósito.
A
personagem não existia na sinopse
original. Na verdade por causa da
gravidez inesperada da Carolina Ferraz, que dava vida a
Beatriz e seria o vértice no
triângulo amoroso com Alice e Rodrigo (Cláudia Abreu e Fábio Assunção). O autor
resolveu manter a atriz até a barriga
começar a aparecer. Sua personagem, foi
para Roma e, de Portugal, chegou uma nova personagem, a Bárbara, para fechar o triângulo.
A
personagem se destacou por seu comportamento impulsivo e relações
amorosas conturbadas, que revelam inseguranças e fragilidades por trás da
aparência confiante. Mas um grande
momento da atriz em cena.
Yone de Explode
Coração (1995)
A personagem Yone, de Explode Coração, foi um dos núcleos mais
modernos e marcantes da trama da Gloria Perez.
Yone
era uma jornalista independente, inteligente e bastante à frente do seu tempo.
Moderna e determinada, ela vivia em busca de grandes reportagens e também de um
grande amor, mas carregava certo ceticismo em relação aos relacionamentos.
Um
dos pontos mais interessantes da personagem foi seu romance com Cássio GabusMendes (Edu), que começa de forma virtual — algo inovador para a época,
quando a internet ainda engatinhava no Brasil. Os dois se conhecem por meio de
chats, e essa relação levanta conflitos, principalmente porque ele esconde sua
verdadeira identidade.
Além
do lado romântico, Yone teve uma função social muito forte na novela. Como
repórter, ela se envolvia diretamente na investigação de casos de crianças
desaparecidas, entrevistando mães e ajudando a dar visibilidade a essas
histórias — uma das marcas mais impactantes da obra. A Abordagem das
crianças desaparecidas na trama, que
todos os dias ao fim dos capítulos
mostrava fotos de crianças de
verdade que estavam desaparecidas
há anos. Durante a novela foram
encontradas 64 dessas crianças. Glória Perez declarou em entrevistas que essa foi a abordagem social de suas
tramas que mais lhe causou satisfação.
Outro
aspecto importante da personagem é seu papel na trama principal: ao investigar
e expor escândalos, ela acaba interferindo diretamente na vida do empresário
Júlio Falcão, vivido pelo Edson Celulari, ajudando a movimentar a
narrativa.
Yone é o retrato da mulher
urbana dos anos 90 — independente, conectada às novidades tecnológicas e
engajada socialmente. Uma personagem que equilibra romance, ética profissional
e consciência social, tornando-se uma das figuras mais relevantes de Explode Coração.
Basília de A
Muralha (2000)
Basília foi uma das personagens mais intensas e emocionantes
vividas por Déborah Evelyn, que
integrou o elenco da minissérie A Muralha, de Maria Adelaide Amaral.
Ambientada
no Brasil do século XVII, a trama acompanha a dura realidade dos bandeirantes —
e é nesse cenário que surge Basília, uma mulher marcada pela dor. Casada e
pertencente a uma família poderosa, ela carrega um sofrimento que atravessa
toda a história: o desaparecimento de seu filho, Pedro.
A
perda transforma completamente sua personalidade. Basília se torna mais rígida,
amargurada, mas sem nunca perder a esperança de reencontrar o filho. Essa
mistura de dor e fé é o que move a personagem e emociona o público.
Mesmo
ferida, ela demonstra seu lado mais humano ao acolher e cuidar de outras
crianças, tentando preencher o vazio que carrega no coração.
Basília
representa o lado mais sensível de A Muralha:
enquanto muitos lutam por terras e poder, ela revela as cicatrizes emocionais
deixadas por esse período.
Um
papel forte, delicado e inesquecível na carreira de Déborah Evelyn.
A personagem Ana Maria, interpretada por Déborah Evelyn na novela Páginas da Vida, do saudoso Manoel Carlos, é um daqueles tipos humanos que parecem reais demais — cheia de nuances, contradições e emoções à flor da pele. Bailarina clássica frustrada com fixação por magreza e boa alimentação. Oprime desde pequena a filha Gisele (Pérola Faria) para ser magra e a melhor das bailarinas. Isso a leva a desenvolver bulimia, além de dificultar o relacionamento delas.
A personagem também se destaca por seu comportamento, muitas
vezes impulsivo, que a coloca em situações delicadas e revela uma carência
afetiva marcante. Ainda assim, Ana Maria não é construída como vilã ou heroína
— ela transita entre erros e acertos, o que a torna extremamente humana e
identificável.
Irene Fiori de Sangue Bom (2013)
A personagem Irene Fiori, da novela Sangue Bom,
é uma das figuras mais sensíveis e dramáticas da trama escrita por Maria
Adelaide Amaral.
Irene
é uma mulher delicada, marcada por um passado doloroso. No auge de sua
juventude, ela viveu um grande amor com o cineasta Plínio Campana (HersonCapri), mas acabou sendo vítima de uma armação da ambiciosa Bárbara Ellen
(Giulia Gamm). Acreditando que foi traída, Irene foge sem revelar que está
grávida, iniciando uma trajetória de sofrimento e solidão.
Esse
trauma a leva a uma profunda depressão, fazendo com que ela abandone o filho
recém-nascido, Fabinho (Humberto Carrão), que acaba sendo criado por outras
pessoas. Durante anos, Irene vive à margem da sociedade, escondendo sua
verdadeira identidade sob o nome de “Rosa” e trabalhando como artista de rua —
muitas vezes como uma estátua viva, o que simboliza bem seu estado emocional:
paralisada pela dor e pelo passado.
Com
o desenrolar da novela, a personagem ganha novos contornos ao se reaproximar de
seu passado. O reencontro com Plínio e, principalmente, a descoberta e
reconexão com o filho trazem redenção à sua história. Irene ressurge, recupera
a alegria de viver e encerra a trama com a esperança renovada — inclusive
grávida de seu grande amor.
Kiki de A Regra do Jogo (2015)
A personagem Kiki, da Déborah
Evelyn na novela A Regra do Jogo,
é uma das figuras mais marcantes e complexas da trama escrita por JoãoEmanuel Carneiro.
Kiki
vive um dos enredos mais fortes da novela: ela foi sequestrada pelo próprio pai e marido, Gibson (José
de Abreu) e Romero Rômulo (Alexandre Nero), respectivamente, e mantida em cárcere privado por anos. Durante
esse período, ela acreditava estar sendo protegida, sem saber da verdadeira
crueldade por trás da situação — um elemento que dialoga diretamente com a
chamada Síndrome de Estocolmo.
Essa
síndrome ocorre quando a vítima de um sequestro ou abuso desenvolve laços
emocionais com o agressor, como forma inconsciente de sobrevivência. No caso de
Kiki, esse vínculo aparece de forma sutil por Zé Maria (Tony Ramos): mesmo após ser libertada, ela
demonstra confusão emocional, dificuldade em aceitar a realidade e até certa
ambiguidade em relação a Romero, o homem que destruiu sua vida.
A
atuação de Déborah Evelyn foi amplamente elogiada por trazer nuances à
personagem — mostrando não apenas o sofrimento de uma vítima, mas também os
impactos psicológicos profundos de anos de manipulação. Kiki transita entre
fragilidade, revolta e reconstrução, tornando-se um retrato sensível das
consequências de abusos prolongados.
Alzira de Tempode Amar (2017)
Na novela Tempo de Amar,
do Alcides Nogueira, Déborah Evelyn deu vida à inesquecível Alzira, uma
personagem que equilibrava com perfeição o humor ácido e a vilania. Sempre preocupada com as aparências, Alzira
era o retrato da elite decadente: mesmo falida, fazia de tudo para manter o
status de madame. Mas por trás da postura refinada, escondia uma mulher
ambiciosa, manipuladora e cheia de preconceitos.
Movida
pelo dinheiro, ela não pensava duas vezes antes de passar por cima dos outros —
inclusive da própria família — para garantir vantagens e heranças. Suas
atitudes geraram conflitos marcantes e mostraram até onde alguém pode ir por
interesse.
Ainda
assim, Alzira também conquistou o público com seu lado cômico: suas reações
exageradas e seu jeito afetado renderam momentos leves e memoráveis na trama.
Entre
risadas e indignação, Alzira se destacou como uma personagem complexa, que
criticava a hipocrisia social enquanto divertia o público.
Lyris de A Dona do Pedaço (2019)
A personagem Lyris, vivida por Déborah Evelyn na
novela A Dona do Pedaço, do Walcyr Carrasco, foi um dos grandes alívios cômicos da trama — e também uma figura
marcante pela forma como abordou desejo, frustração e empoderamento feminino.
Com uma libido alta e personalidade explosiva, a personagem
se recusa a aceitar uma vida de frustração — o que gera situações ao mesmo
tempo ousadas, polêmicas e divertidas.
Um dos traços mais marcantes de Lyris é justamente sua
relação aberta com o prazer. Sem se fazer de vítima, ela busca satisfazer seus
desejos, chegando a se envolver com outros homens — como o famoso “entregador
de bolos”, criando bordões populares como “terceirizar”.
A grande reviravolta acontece quando Lyris descobre que seu marido Agno(Malvino Salvador) é gay. Revoltada, ela expõe o segredo e entra
em uma batalha no divórcio, marcada por chantagens, escândalos e perdas
financeiras. Mesmo assim, ela não se
abate: dá a volta por cima e segue sua vida amorosa com mais autonomia.
Beth de VerdadesSecretas 2 (2021)
A Beth, vivida por Déborah Evelyn em Verdades Secretas 2, do Walcyr Carrasco, é uma
das personagens mais ousadas e provocadoras da trama — não só pelo
comportamento, mas pelo que ela representa.
Na história, Beth é uma empresária de moda bem-sucedida,
elegante e extremamente segura de si, dona de uma marca de luxo e com uma vida
aparentemente estável. Mas por trás dessa imagem sofisticada, existe uma mulher
que não reprime seus desejos e encara a sexualidade com liberdade e
naturalidade.
Mais do que cenas quentes, que a Déborah pela primeira vez encarava na tv, Beth traz uma camada importante:
ela desafia o etarismo e o machismo, mostrando que mulheres maduras também têm
desejo, iniciativa e vida sexual ativa.
Ceci de Dona
Beja(2026)
No ar pela Band,
interpretada por Déborah Evelyn, Ceci é daquelas personagens que não
passam despercebidas. Forte, imponente e extremamente controversa, ela surge
como uma das grandes antagonistas do remake de DonaBeja.
Dona
de uma postura rígida e conservadora, Ceci representa o pensamento elitista e
preconceituoso do século XIX. Manipuladora e calculista, ela faz de tudo para
manter o controle sobre sua família — especialmente sobre o filho, Antônio
Sampaio (David Junior).
O mais intrigante? Suas próprias contradições.
Enquanto sustenta discursos moralistas, sua vida pessoal revela hipocrisias que
tornam a personagem ainda mais complexa e incômoda.
Ceci não é apenas uma vilã — ela é o retrato
de uma sociedade que resiste à mudança, entrando em choque direto com a
liberdade e a ousadia de Beja (Grazzi Massafera).
Com
sua atuação marcante, Déborah Evelyn vem entregando uma personagem
intensa, daquelas que provocam, incomodam e fazem o público refletir - E cada novo capítulo da trama
Déborah é sempre um show à parte.
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Fonte:
Texto: Evaldiano de
Sousa

















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