Margarida de “Êta Mundo Melhor”
Em Êta Mundo Melhor,
Nívea Maria marca sua volta às novelas em um momento especial. Sua
presença agrega afeto, memória afetiva e ainda mais qualidade à história,
reforçando o clima acolhedor e humano que conquistou os telespectadores desde a
estreia vivendo a Margarida, antiga estrela do teatro de revista que agora é
dona de uma pensão, levava uma vida recatada e dedica-se integralmente
aos seus hóspedes até começar escrever
uma novela para a rádio usando o pseudônimo de Adamo Rangel, virando um baluarte contra o preconceito com
a personagem se disfarçando de homem para ter
o reconhecimento do sucesso de sua obra.
Margarida/Adamo não é apenas um alívio cômico, mas um dos
núcleos que refletem mudanças sociais da época da novela — trazendo à tona a
luta das mulheres por reconhecimento e espaço em um ambiente que, então, dava
poucas chances às suas vozes.
Seu
retorno não é apenas uma participação: é um reencontro com o público que sempre
reconheceu sua grandeza artística e celebra cada nova aparição como um
presente.
Com
uma carreira sólida, respeitada e cheia de personagens inesquecíveis, Nívea Maria é daqueles nomes que atravessam gerações e seguem emocionando o
público. Dona de um talento elegante e uma presença cênica marcante, ela
construiu uma trajetória brilhante no teatro, no cinema e, principalmente, na
televisão brasileira.
Ao
longo das décadas, Nívea viveu mulheres fortes, sensíveis, românticas e
determinadas, sempre imprimindo verdade e emoção em cada papel. Sua atuação
refinada e sua entrega artística fizeram dela uma das atrizes mais admiradas do
país.
Nívea Maria teve uma relação longa e duradoura com a TV
Globo: foi contratada pela emissora em 1972 e trabalhou ali por mais de 50
anos, atuando em mais de 40 novelas até encerrar seu contrato fixo em 2022. Sua
última novela na emissora havia sido A Dona doPedaço (2019).
Ao
longo da carreira, ela se destacou tanto em papéis dramáticos quanto em
comédias e personagens complexos — desde mocinhas românticas até figuras mais
maduras e fortes, conquistando o público por sua versatilidade e presença
marcante na dramaturgia brasileira.
Após
sua estreia, Nívea tornou-se presença constante nas telinhas brasileiras,
participando de muitas produções de
sucesso ao longo das décadas:
- Décadas de 1970-1980:
Gabriela
(1975), A Moreninha (1975), Dona Xepa (1977), Maria, Maria (1978), Coração Alado
(1980), Anos Dourados (1986), Brega
& Chique (1987).
- Anos 1990:
Meu Bem, Meu Mal (1990), Pedra sobre Pedra (1992).
- Anos 2000:
O Clone
(2001), Celebridade (2003), O Profeta (2006), Caminho das Índias (2009).
- Após 2010:
participou de Insensato Coração (2011), Aquele Beijo (2011) e Salve Jorge (2012–13).
Além
de novelas, Nívea participou de minisséries e programas especiais, e em 2006
participou do quadro Dança dos Famosos no Domingão do Faustão.
Em
agosto de 2015, o e10blog já havia feito um post de Personagens
Favoritos para a Nívea, que você
pode rever Aqui - Mas a atriz tem tantas personagens interessantes
que ficaram faltando várias nessa lista,
e é nesse post de hoje que vamos relembrar essas outras personagens para homenagear seu sucesso na
trama das seis e conjunto da sua obra.
Olívia de Olhai os Lírios do Campo (1980)
A personagem Olívia foi a grande protagonista feminina da
novela Olhai os Lírios do Campo, do
autor Geraldo Vietri, exibida Globo em 1980. A trama foi baseada
no famoso romance do escritor Erico Verissimo, publicado originalmente
em 1938.
Na
adaptação para a televisão, Nívea Maria deu vida a Olívia, uma jovem
médica idealista, generosa e de fortes valores humanos. A personagem representa
o lado mais ético e sensível da história, sendo o grande contraponto ao
protagonista masculino, Eugênio, vivido pelo Cláudio Marzo.
O
grande conflito emocional da história envolve o romance entre Olívia e Eugênio.
Os dois se conhecem na faculdade de medicina e se apaixonam. Porém, Eugênio
acaba se deixando levar pela ambição social e escolhe casar-se com uma mulher
rica para subir na vida, abandonando Olívia.
Roberta Karany de Coração
Alado
(1980)
Na novela Coração Alado, escrita por Janete Clair, a atriz Nívea
Maria deu vida à marcante Roberta Karany.
Filha
do poderoso empresário Alberto Karany (vivido por Walmor Chagas),
Roberta faz parte de uma família rica e influente. Mas, ao contrário de muitos
ao seu redor, ela é uma jovem sensível, idealista e dedicada aos estudos de
medicina, mostrando um olhar mais humano para o mundo.
Na
trama, seu coração se envolve com Gabriel Pitanga, interpretado por Carlos
Vereza. Esse amor enfrenta diversos obstáculos e coloca Roberta diante de
conflitos entre os sentimentos e as pressões da família — um drama típico das
grandes histórias criadas por Janete Clair.
Com sua interpretação intensa, Nívea Maria
construiu uma personagem romântica, emotiva e cheia de dilemas, que marcou o
público e ajudou a dar profundidade ao universo dramático da novela.
Roberta Karany permanece como uma das
personagens lembradas de Coração Alado,
representando o amor idealista em meio aos conflitos sociais e familiares da
trama.
Donana Badaró de Terras do Sem Fim (1981)
A Donana Badaró foi uma das personagens interpretadas por NíveaMaria na novela Terras do Sem Fim,
do autor Walter George Durst e
inspirada na obra de Jorge Amado.
Donana Badaró é filha do poderoso coronel Sinhô Badaró
(Carlos Kroeber) e cresce no
ambiente rígido das fazendas de cacau do sul da Bahia, cenário central da
trama. Órfã de mãe desde cedo, ela se torna uma mulher forte, séria e muito
responsável, ajudando o pai a cuidar dos negócios da família e das disputas
políticas da região.
Com
personalidade firme e postura reservada, Donana não se interessa por festas ou
conversas fúteis. Ela prefere participar das decisões da fazenda e defender os
interesses dos Badaró nas intensas rivalidades entre coronéis pela posse das
terras do Sequeiro Grande, que movimentam a história.
Na
trama, sua vida muda quando ela se apaixona por João Magalhães (Cláudio Cavalcanti) , um aventureiro que chega à região se passando por capitão do
Exército. O romance entre os dois é um dos eixos emocionais da novela, trazendo
conflitos, revelações e mudanças importantes no destino da personagem.
A
interpretação de Nívea Maria deu à personagem um ar de mulher
determinada, digna e corajosa, tornando Donana uma das figuras femininas fortes
dessa adaptação televisiva do universo de Jorge Amado.
Bia de Livre para Voar (1984)
A personagem Bia (Beatriz Nogueira Botelho), interpretada pela
Nívea Maria, fez parte do núcleo
familiar da novela Livre para Voar, escrita por Walther Negrão para o
horário das seis da Globo.
Na história, Bia é irmã de Danilo (interpretado por CarlosAugusto Strazzer e filha de Dona Xida (Elizabeth Henreid). Ela pertence
a uma família tradicional que já teve grande riqueza, mas que vive um período
de decadência financeira.
Um ponto importante da personagem é sua relação com o irmão Danilo,
por quem sempre teve grande carinho. Durante muito tempo, Bia acabou sendo
condescendente com as atitudes irresponsáveis dele, ajudando-o e protegendo-o.
No entanto, ao longo da trama, ela começa a temer as consequências dos erros e
excessos do irmão, o que traz conflitos emocionais à personagem.
Bia também teve uma trama amorosa marcante ao se envolver com
Edu, personagem interpretado por Cássio Gabus Mendes. Na história, Edu é
um homem bem mais jovem que Bia, o que torna o relacionamento dos dois algo
incomum para a época. A aproximação acontece quando Edu demonstra interesse e
carinho por ela, despertando sentimentos que Bia acreditava já não poder viver
novamente depois de tantas decepções amorosas.
Joana de Gente Fina (1990)
A personagem Joana, interpretada por Nívea Maria, foi a
protagonista da novela GenteFina, trama escrita por Luís Carlos Fusco.
Joana é apresentada como uma mulher de classe média, prática
e determinada, casada com Guilherme, interpretado pelo saudoso Hugo Carvana.
Mãe de três filhos — Kika (Lizandra Souto), Beto (Nicolai Nunes) e Tatá
(Natália Lage) — ela representa o eixo emocional da família na história.
A
trama começa quando a família enfrenta uma crise financeira e é obrigada a
deixar o apartamento em Copacabana por falta de dinheiro para pagar o aluguel.
Sem alternativa, Joana acompanha o marido e os filhos na mudança para um antigo
casarão em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, onde terão de
recomeçar a vida e se adaptar a uma realidade mais simples.
Joana
foi construída como o contraponto do marido, que é mais sonhador e impulsivo.
Enquanto Guilherme vive de ideias e projetos para melhorar a situação
financeira, Joana costuma ser mais objetiva e preocupada com a estabilidade da
família.
Joana
foi uma protagonista marcada pela simplicidade e pela força cotidiana.
Interpretada com sensibilidade por Nívea Maria, ela representava a
mulher brasileira que enfrenta dificuldades sem perder a dignidade e o senso de
família — uma figura bastante identificável para o público da época.
Berenice de Meu
Bem Meu Mal (1990)
Na novela Meu Bem, Meu Mal, de Cassiano Gabus Mendes, a atriz Nívea Maria deu vida à inesquecível Berenice, uma mulher batalhadora, de origem
humilde e com uma personalidade forte e determinada.
Trabalhando
como manicure, Berenice fazia de tudo para sustentar a família e proteger a
filha Fernanda, vivida pela Lídia Brondi, enfrentando com coragem as humilhações
impostas pela poderosa família Venturini. Movida pelo amor de mãe e pelo desejo
de justiça, ela acaba arquitetando um plano de vingança contra Isadora
Venturini (Silvia Pfeiffer), personagem
que prejudicou a vida de sua filha.
A
interpretação da Nívea foi bastante elogiada por transmitir a força e a garra
de uma mãe protetora. A atriz conseguiu dar intensidade dramática e humanidade
à personagem, tornando Berenice uma figura marcante no núcleo popular da
novela.
Elisa de Sonho Meu (1993)
Na novela Sonho Meu (1993), Nívea Maria deu vida a uma das
personagens mais duras da trama: Elisa. Irmã de Geraldo (José de Abreu) e tia
da pequena Maria Carolina (Carolina Pavanelli), Elisa se destacou como uma
figura fria, ambiciosa e sem qualquer traço de sensibilidade.
Após
os conflitos familiares que cercam a menina, Elisa acaba assumindo a
responsabilidade sobre a sobrinha. Porém, longe de demonstrar carinho ou
compaixão, ela revela seu lado cruel ao tratar a criança com desprezo e até
abandoná-la em um orfanato, atitude que dá início a boa parte do drama da
história.
Movida
por ressentimento e interesse, Elisa não hesita em manipular situações para
atingir seus objetivos, chegando a usar a própria sobrinha como instrumento de
chantagem contra Cláudia (Patrícia França). Sua postura rígida e calculista fez
dela uma das figuras mais antipáticas da novela.
A
interpretação de Nívea Maria chamou atenção justamente por mostrar um
lado bem diferente da atriz, conhecida por personagens mais elegantes ou
sensíveis. Com intensidade e firmeza, ela construiu uma vilã amarga e realista,
que marcou a memória do público que acompanhou a trama do autor Marcílio Moraes.
Soledad de Tropipaliente (1994)
Na novela Tropicaliente (1994), de Walther Negrão, Nívea Maria interpretou Soledad,
personagem que integrou um dos núcleos sociais da trama ambientada no litoral
nordestino, mais precisamente aqui na minha Fortaleza no Ceará. Elegante,
sofisticada e dona de uma personalidade marcante, Soledad representava o
universo mais refinado da história, contrastando com a vida simples dos
pescadores retratada na novela. A personagem é a mãe do picareta Franchico
(Cássio Gabus Mendes), que no decorrer da trama descobre ser filho dela com o
empresário Gaspar, vivido pelo Francisco Cuoco, que também é pai
da protagonista Letícia, vivida pela SilviaPfeiffer.
Lia de O
Profeta (2006)
No remake da novela O Profeta, inspirado na obra de Ivani Ribeiro, Nívea
Maria interpretou Lia, uma personagem bastante diferente do perfil sensato
que muitas vezes marcou a carreira da atriz.
Na
trama dos autores Duca Rachid, Thelma Guedes e
Júlio Fischer, ambientada nos
anos 1950, Lia é retratada como uma mulher fútil, ambiciosa e interesseira,
muito preocupada com status social, dinheiro e aparência. Vaidosa e calculista,
ela está sempre de olho em vantagens e oportunidades que possam melhorar sua
posição, o que a coloca frequentemente em situações de intrigas e conflitos
dentro do núcleo familiar.
Mãe
de Carola e Ruth, as personagens vividas pela
Fernanda Souza e Carol Castro,
respectivamente, reprimia Carola por causa
do visual nada chamativo da filha e já
Ruth considerada a bela da família , Lia via sua chance
de realização material
de todos os seus sonhos ao tentar
casá-la com um homem rico.
Magnolia de Desejo Proibido (2007)
Na novela Desejo Proibido,
escrita por Walther Negrão, a atriz Nívea Maria interpretou Dona
Magnólia, uma personagem marcante e cheia de humor dentro da trama de época
ambientada na década de 1930 na fictícia cidade de Passaperto.
Magnólia é a primeira-dama da cidade, esposa do prefeito Viriato,
vivido por Lima Duarte. Embora o marido aparente ser a autoridade diante
da população, dentro de casa quem realmente manda é ela. Dominadora e muito
influente, Magnólia controla o marido e também interfere na vida de quem vive
na cidade.
A atuação de Nívea Maria deu à personagem um tom
bem-humorado e carismático, fazendo de Magnólia uma figura típica das cidades
pequenas: religiosa em público, mas cheia de comentários e controle nos
bastidores. O papel serviu como um alívio cômico na trama, equilibrando o drama
central do folhetim. E A dobradinha com o Lima Duarte só enriqueceu cada cena.
Margarida de A
Cura (2010)
Na série A Cura,
escrita por João Emanuel Carneiro em parceria com Marcos Bernstein,
a atriz Nívea Maria deu vida à Margarida Bevilláqua, uma
personagem marcada pela fé, pelo amor de mãe e por segredos do passado.
Margarida
é mãe de Dimas (Selton Mello), protagonista da trama. Anos antes, quando
ele ainda era criança, um episódio misterioso em Diamantina mudou completamente
a vida dos dois. Para proteger o filho das acusações e do julgamento da cidade,
Margarida decidiu ir embora, carregando consigo o peso daquele acontecimento.
Profundamente
religiosa, ela é uma católica fervorosa, que vê com preocupação os estranhos
dons de cura que o filho passa a manifestar na vida adulta. Para Margarida,
aquilo não é motivo de orgulho, mas sim de medo e dúvida, colocando sua fé e
seus sentimentos em constante conflito.
Ao
longo da série, a personagem revela-se uma figura forte, protetora e cheia de
mistérios, guardando segredos importantes que ajudam a explicar o passado de
Dimas e os acontecimentos sobrenaturais que cercam a história.
Com
sua interpretação intensa e sensível, Nívea Maria acrescentou
profundidade à personagem, mostrando mais uma vez sua versatilidade em papéis
dramáticos.
Zilda de Além do Tempo (2015)
Na novela Além do Tempo (2015),
escrita por Elizabeth Jhin, Nívea
Maria deu vida à personagem Zilda, participando das duas fases da trama
marcada pelo tema da reencarnação.
Na
primeira fase, ambientada no século XIX, Zilda aparece como uma mulher
simples, observadora e muito humana, inserida no cotidiano da pequena
comunidade onde se desenrola a história. Trabalha há anos como governanta da
Condessa Vitória (Irene Ravache). É uma mulher leal e discreta e aguenta calada
os desmandos da patroa. Severa e exigente com os empregados da mansão,
administra a casa com mão-de-ferro, por isso é vista como uma megera.
Já
na segunda fase, nos tempos atuais, a personagem surge em uma nova encarnação,
mantendo traços de sua essência. Assim como acontece com outros personagens da
trama, sua presença reforça a ideia central da novela: a de que a vida oferece
novas oportunidades para evoluir, corrigir erros e fortalecer os laços
afetivos.
Mocinha de SolNascente (2016)
Na novela Sol Nascente,
do Walther Negrão, a atriz Nívea Maria entrou na trama
interpretando Dona Mocinha, uma personagem criada especialmente para reforçar a
história em um momento delicado dos bastidores da produção.
A
entrada da atriz aconteceu após o afastamento temporário de Laura Cardoso,
que interpretava a vilã Dona Sinhá e precisou deixar as gravações por um
período após sofrer um acidente doméstico. Para manter o núcleo da trama ativo,
os autores decidiram introduzir Mocinha, irmã da poderosa Sinhá.
Na
história, Dona Mocinha chega à cidade trazendo elegância, charme e uma
personalidade misteriosa. Assim como a irmã, ela demonstra habilidade para
manipular situações e logo se envolve nas intrigas da família, especialmente
nas disputas envolvendo os Tanaka.
A
personagem também se aproxima de Luis Melo, intérprete de Tanaka,
despertando interesse amoroso e criando novas tensões dentro da narrativa.
Mesmo
sendo uma participação que surgiu por uma necessidade da produção, Nívea
Maria conseguiu dar carisma e força à personagem, acrescentando novos
conflitos à novela e mostrando mais uma vez sua experiência e presença marcante
em cena.
Henriqueta de Tempo de Amar (2017)
Na novela Tempo de Amar,
escrita por Alcides Nogueira, Nívea
deu vida à carismática Henriqueta, uma
personagem marcada pela doçura, pela força e pelo amor à família. Henriqueta é uma mulher simples, batalhadora e
de coração enorme. Tia do protagonista Inácio (Bruno Cabrerizo), ela assume um
papel quase materno em sua vida, sendo uma presença constante de apoio, carinho
e orientação.
Vivendo
em Portugal, Henriqueta é conhecida por seu talento na cozinha e pelo jeito
acolhedor, sempre pronta para ajudar quem precisa. Sua casa e seu trabalho
acabam se tornando um verdadeiro ponto de encontro, onde afeto, conselhos e
boas histórias nunca faltam.
Ao
longo da trama, a personagem demonstra grande sensibilidade e sabedoria,
acompanhando momentos importantes da trajetória de Inácio e mostrando que a
família e o amor são os maiores pilares da vida.
Com
sua interpretação delicada e carismática, Nívea Maria construiu uma
personagem extremamente humana e cativante, representando aquelas mulheres
fortes que, mesmo com simplicidade, conseguem ser o verdadeiro alicerce de uma
família.
Evelina
de A Dona
do Pedaço (2019)
Na novela A Dona do Pedaço,
escrita por Walcyr Carrasco, Nívea Maria interpretou a
carismática Avelina, matriarca da família Ramirez e mãe da protagonista
Maria da Paz, vivida pela Juliana Paes.
Figura
forte e muito ligada às tradições da família, Avelina era uma mulher simples do
interior, mas cheia de personalidade. Sempre protetora com a filha, ela
acompanhava de perto a trajetória de Maria da Paz, marcada por amores,
conflitos familiares e pela antiga rivalidade entre os Ramirez e os Matheus.
Com
seu jeito espontâneo, às vezes dramático e também bem-humorado, Avelina
representava o coração da família, trazendo momentos de emoção e também de
leveza para a trama.
Sua
interpretação foi elogiada pela
naturalidade e pelo carisma, reforçando a presença da atriz como uma das
grandes veteranas da televisão brasileira.
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Fonte:
Texto: Evaldiano de Sousa
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