A reta final de Êta Mundo
Melhor!, de Walcyr Carrasco, confirma aquilo que o público
sempre soube: a novela virou um grande palco para atuações memoráveis, cheias
de carisma, humor e emoção.
Impossível
não se emocionar com Sérgio Guizé,
que imortalizou Candinho, pela segunda vez. Um personagem que já nasceu
clássico. Com sua ingenuidade, bondade e frases marcantes, ele conquistou o
Brasil e se tornou o coração da trama.
Outro
destaque absoluto é Flávia Alessandra, que reviveu a icônica vilã Sandra
com força, elegância e intensidade. Uma personagem odiada na medida certa,
provando mais uma vez a versatilidade da atriz.
E
como não falar de Jeniffer Nascimento? Sua Dita brilhou desde o início e alçada ao posto de protagonista nesta
continuação, trouxe muita sensibilidade,
talento e muita verdade, conquistando o público com uma atuação luminosa e
cheia de emoção.
Ao
lado deles, um elenco afiado, afinado e generoso fez da novela um verdadeiro
espetáculo diário, onde cada personagem teve espaço para marcar presença e
emocionar.
Nesta
reta final, Êta
Mundo Melhor! reafirma seu lugar
na memória do público como uma novela popular no melhor sentido da palavra:
divertida, humana e inesquecível.
Abaixo
10 atores que foram a alma da trama:
Sérgio Guizé / Candinho
Imortalizou Candinho, pela segunda vez.
Um personagem que já nasceu clássico. Com sua ingenuidade, bondade e frases
marcantes, ele conquistou o Brasil e se tornou o coração da trama.
O
sucesso de Sérgio Guizé à frente do inesquecível Candinho é daqueles que
atravessam gerações. Em Êta Mundo Melhor!,
o ator entrega uma interpretação cheia de carisma, humanidade e humor genuíno,
conquistando o público logo nos primeiros capítulos.
Candinho
é a síntese do Brasil que acredita no bem: ingênuo, otimista, honesto e dono de
um coração enorme. E Sérgio Guizé entende isso como poucos. Seu trabalho
vai além da comédia fácil — ele constrói um personagem profundo, sensível e
cheio de verdade, capaz de provocar risos e emoção na mesma cena.
Grande
parte desse êxito vem da química perfeita entre ator, texto e direção. Guizé
imprime naturalidade aos bordões, aos gestos e ao jeito simples do personagem,
tornando Candinho alguém próximo do público, quase um velho conhecido que a
gente torce para ver feliz.
O
resultado? Audiência sólida, repercussão nas redes e um personagem que já
entrou para a galeria dos grandes tipos da teledramaturgia brasileira. Candinho
não é só um sucesso — é um símbolo de esperança, e Sérgio
Guizé é o coração pulsante dessa
história
Jennifer Nascimento
/ Dita
Em Êta Mundo Melhor,
Jennifer Nascimento vive um dos momentos mais marcantes de sua carreira.
A atriz conquistou o público ao dar ainda mais profundidade, emoção e
humanidade à Dita, personagem que cresceu junto com a história e com o carinho
dos telespectadores.
A
trajetória da personagem ganhou novos contornos, mais força dramática e
protagonismo absoluto, refletindo a maturidade artística de Jennifer, que
entrega cenas intensas, delicadas e cheias de verdade. Não à toa, Dita se
tornou um dos grandes destaques da novela e um dos papéis mais comentados desta
continuação.
Um sucesso merecido, que confirma Jennifer
Nascimento como uma atriz completa, carismática e cada vez mais essencial
na teledramaturgia brasileira.
Flávia Alessandra
/ Sandra
Revivendo
a icônica vilã Sandra com força,
elegância e intensidade, Flávia Alessandra mais uma vez
é um espetáculo em cena. Uma personagem odiada na medida certa,
provando novamente sua versatilidade da
atriz.
Sandra
retorna ainda mais segura de sua maldade, com ironia refinada, olhar calculado
e falas que rapidamente viraram assunto nas redes sociais. É aquele tipo de
vilã clássica, mas com camadas modernas, que prende a atenção do começo ao fim
da cena.
O
sucesso da personagem passa muito pela atuação precisa de Flávia Alessandra,
que domina o tom entre o sarcasmo e a perversidade sem cair no exagero,
principalmente no texto do Walcyr. Cada
aparição de Sandra é um show à parte — e
o público sente isso.
Não
à toa, a novela ganhou ainda mais repercussão com seu retorno: memes,
comentários e elogios se multiplicam, provando que vilã boa é aquela que marca
época. E Sandra, definitivamente, voltou para deixar sua assinatura na história
da Tv.
Larissa Manoela
/ Estela
Desde que Larissa Manoela surgiu em cena como Estela
na novela Êta Mundo Melhor!, ficou
claro que o público estava diante de mais um grande acerto da atriz. A
personagem conquistou rapidamente os telespectadores com sua força,
sensibilidade e carisma, tornando-se um dos grandes destaques da trama.
Larissa
entrega uma interpretação madura e envolvente, equilibrando emoção, firmeza e
humanidade. Estela é intensa, determinada e cheia de nuances — e a atriz
consegue traduzir cada camada da personagem com naturalidade e verdade, criando
uma conexão imediata com quem assiste.
Nas
redes sociais, a repercussão é enorme: elogios à atuação, cenas comentadas,
falas marcantes e muitos fãs declarando torcida pela personagem. O sucesso de
Estela reforça não só a popularidade da novela, mas também a evolução artística
de Larissa Manoela, que mais uma vez prova sua versatilidade e talento
em um papel de destaque.
Rainer Cadete
/ Celso
O público voltou a se encantar com Rainer Cadete, que
revive com brilho o inesquecível Celso em ÊtaMundo Melhor!. Um personagem que
já era querido e que, agora, ganha ainda mais camadas, humor e humanidade.
Celso
segue sendo aquele tipo irresistível: ambicioso, irônico, cheio de
contradições… mas também surpreendentemente humano. Rainer domina cada gesto,
cada olhar e cada tirada, mostrando maturidade cênica e um timing impecável
para a comédia — sem perder o drama quando a história pede.
O
sucesso não é à toa. O ator consegue atualizar o personagem sem perder sua
essência, conectando o público antigo com uma nova geração de fãs.
Revivendo
Celso, Rainer Cadete prova mais uma vez sua versatilidade e reforça seu
lugar entre os grandes nomes da teledramaturgia atual.
Luís Miranda / Professor
Asdrúbal
O talentoso Luís Miranda voltou às novelas em grande
estilo como o Professor Asdrúbal em Êta Mundo
Melhor!, a continuação do clássico de Walcyr Carrasco.
Depois de um hiato nas novelas, ele
conquista o público com um personagem cheio de humor, sensibilidade e carisma,
inspirado no saudoso Pancrácio, vivido pelo Marco Nanini em Êta Mundo Bom (2016).
O Professor Asdrúbal é aquele “coringa do bem”:
conselheiro fiel de Candinho, sempre pronto para encarar confusões, usar
disfarces inusitados e arrancar risadas da galera. A química dele com os outros
personagens é um dos pontos altos da novela — uma parceria que vem conquistando
críticas e público.
Nívea Maria / Margarida e Adamo Rangel
A Grande Nívea Maria voltou às novelas em grande
estilo — e o público respondeu com carinho imediato. Em Êta Mundo Melhor!,
a atriz marcou seu retorno triunfal à teledramaturgia vivendo Margarida
e Adamo Rangel, personagens que rapidamente conquistaram os
telespectadores.
Com
sua presença elegante e uma interpretação cheia de nuances, Nívea Maria
mostrou, mais uma vez, por que é um dos nomes mais respeitados da televisão
brasileira. A atriz trouxe humanidade, emoção e força dramática aos papéis,
criando figuras marcantes e fundamentais para o desenvolvimento da trama.
O
sucesso de Margarida e Adamo Rangel, o pseudônimo
e disfarce que ela achou na trama para
poder escrever novelas, não veio por acaso: é resultado da maturidade
artística de Nívea, da conexão genuína com o público e de uma atuação que
equilibra sensibilidade, firmeza e emoção na medida certa. Sua volta foi
celebrada tanto pelos fãs de longa data quanto por uma nova geração de
telespectadores.
Nívea
Maria prova que
talento não tem prazo de validade — e Êta Mundo
Melhor! ganhou ainda mais brilho com esse retorno tão aguardado. A
atriz que não participou de Êta
Mundo Bom, foi uma das personagens inéditas que essa continuação
trouxe - como a Estela (Larissa Manoela ), Maria Divina
(Castorina) e Zulma (Heloísa Perissé)
que também estão nesta lista.
Dhu Moraes
/ Manoela
Quem acompanhou o
universo de Êta Mundo Bom! (2016) sabe: Manuela começou discreta, quase à sombra
dos personagens mais extravagantes. Mas foi justamente essa sutileza que abriu
espaço para um crescimento lindo — e muito bem defendido pela espetacular Dhu
Moraes.
De
uma trama para outra, Manuela deixou de ser apenas coadjuvante funcional e
ganhou densidade emocional, conflitos próprios e mais presença dramática. Em Êta Mundo Melhor!, a personagem amadurece:
está mais segura, mais ativa nas decisões e com uma força interior que dialoga
diretamente com o público.
Dhu
Moraes sabe conduzir essa evolução com sensibilidade. Sua
Manuela cresceu junto com a história — sem perder a doçura, mas ganhando
firmeza, voz e protagonismo dentro do núcleo. É o tipo de personagem que não
precisa de exageros para brilhar: ela conquista pela verdade. Um
sucesso construído passo a passo — exatamente como Manuela merece.
Castorine / Maria Divina
Não tem como negar: Castorine conquistou o público ao
dar vida à Maria Divina. Com uma
mistura irresistível de carisma, doçura e humor, a atriz transformou a
personagem em uma das mais queridas da trama.
Maria
Divina é daquelas figuras que arrancam sorrisos e afeto logo na primeira cena —
e muito disso vem da entrega de Castorine. Sua atuação natural, cheia de
verdade, fez o público se identificar com os sonhos, as fragilidades e a força
da personagem.
O
sucesso foi imediato: comentários nas redes, cenas compartilhadas e muitos
elogios à forma como Castorine equilibra comédia e emoção, mantendo o
espírito leve e popular que é a marca do universo de Êta Mundo Melhor!.
Maria Divina virou xodó do público — e Castorine,
uma atriz para ficar de olho.
Um talento lapidado pelo teatro e que
cresce, encanta e confirma que o carisma também é uma forma poderosa de
protagonismo.
Heloísa Perissé
– Zulma
Heloísa Perissé deu um verdadeiro show ao interpretar Zulma.
A personagem rapidamente conquistou o público graças à mistura irresistível de
humor, exagero e falta de humanidade nas
vilanias contra as crianças do orfanato.
Zulma
é aquele tipo de figura que rouba a cena: cheia de trejeitos, falas afiadas e
situações cômicas que ficam na memória. Heloísa construiu a personagem com
precisão, equilibrando o tom caricato com momentos de verdade, o que fez o
público rir, implicar e, muitas vezes, até se identificar com ela.
Outro
ponto forte do sucesso é o timing cômico
impecável da atriz. Cada olhar, pausa ou expressão corporal de Zulma parecia
calculado para arrancar gargalhadas, transformando cenas simples em momentos
memoráveis da trama de Êta Mundo Melhor e, a
dobradinha com Evelyn de Castro é a cereja desse bolo.
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Fonte:
Texto: Evaldiano de
Sousa


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