O Capítulo da prisão da Gerluce em Três Graças evidenciou o que já era
explícito dentro da trama – o poder das
três protagonistas juntas e misturadas
- Dira Paes, Sophie Charlotte e Alana Cabral
fazem jus ao título e provam, se é
que ainda precisávamos de mais alguma prova, que são uma trinca escalada
perfeita.
O
abraço que compartilharam se despedindo ,
ecoando a forma da escultura que percorre toda a narrativa, vai além da beleza
estética: é um gesto profundamente simbólico.
Lígia, Gerluce e Joélly vão além do papel de protagonistas;
elas encarnam, em cena, o próprio conceito que batiza a obra. Tal qual a
tradicional imagem das Três Graças,
existe entre elas uma ligação marcada por interdependência, contrastes e uma
sensação de completude.
Dira Paes, Sophie Charlotte e Alana Cabral não se limitam a atuar
— são elas que carregam e dão força ao centro emocional da novela.
Dira
Paes
comove pela precisão do olhar, revelando
uma Lígia carregada de nuances que se expressam mesmo no silêncio. Já a praticamente
estreante Alana Cabral rompe qualquer sensação de equilíbrio, trazendo
uma Joélly crua, intensa e profundamente visceral, daquelas que capturam a
atenção de imediato. Enquanto isso, Sophie Charlotte atua em outra dimensão: a da presença pura.
Gerluce se faz ouvir sem dizer uma palavra — cada gesto, cada pausa, cada
respiração constrói sentido em cena.
Há
tempos não tínhamos uma novela
no horário nobre do nível de Três Graças e com essas protagonistas em total sintonia cada novo
capítulo é um acontecimento.
Veja Também:
| Tres Graças |
| Sophie Charlotte |
| Dira Paes |
![]() |
| Nossos Autores - Aguinaldo Silva |
| Grazzi Massafera |
| Murilo Benicio |
| Alana Cabra,l |
| Três Graças |
Fonte:
Texto: Evaldiano de
Sousa

.jpeg)

Comentários
Postar um comentário