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Qual protagonista dúbio das novelas atuais é o menos condenável?

Pedro II de Nos Tempos do Imperador  / Guilherme de Quanto Mais Vida , Melhor / Renato de Um Lugar ao Sol


 

        As três atuais protagonistas   das tramas  da Globo apresentam um ponto em comum – Um perfil  totalmente dúbio, cheio de ações condenáveis, o estilo galã-descontruído , daquele tipo que a gente adora odiar.



        Em Nos Tempos do Imperador,  da  Thereza Falcão e Alessandro Marson,  o protagonista, Dom Pedro II, vivido pelo Selton Mello, é um homem austero, honesto e em busca de um futuro melhor para o Brasil. Porém em sua vida pessoal  obriga a esposa a engolir a seco seu romance extraconjugal, o que fez o público  virar a cara para o casal Pedro e Luísa (Mariana Ximenes)  e enaltecer a Imperatriz.   



        Na trama das sete, Quanto mais Vida , Melhor,  do Mauro Wilson,   tem  quanto protagonista magnetizantes, porém o decorrer dos capítulos mostrou  que o Guilherme, o personagem do Mateus Solano, apesar da eminência de apenas 1 ano de vida, não vem procurando melhorar em nada. Descobriu o antigo amor da esposa  , e pôs na cabeça que eles ainda estão juntos, além  da falta de trato com a mãe, que ele simplesmente deixa se  intrometer em tudo, a tóxica relação com o filho.  Enfim um tipo de personagem que jamais imaginaríamos  para um  galã.



        Na trama das nove, da Lícia Manzo, é  vez do Renato/Cristian do Cauã Reymond. Esse sem dúvidas um galã dúbio em seu mais alto grau. Ele tomou o lugar do irmão em nome de Um Lugar ao Sol, impõe uma relação tóxica com a esposa, se viu obrigado a entrar  no desfalque da empresa do sogro, além do mais grave – a pressão psicológica que ele provoca no Ravi (Ruan Paiva), a quem ele considera quase irmão.

        E então qual deles é o menos  condenável ?

Pedro II de Nos Tempos do Imperador

Guilherme de Quanto Mais Vida , Melhor

Renato de Um Lugar ao Sol

 

Veja também:

Qual melhor logotipo de novelas de todos os tempos ? 


Mateus Solano


Selton Mello 


Cauã Reymond


Fonte:

Texto  : Evaldiano de Sousa


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