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“Que Rei Sou Eu?”, o clássico “capa e espada” do Cassiano Gabus Mendes entra para Globoplay a partir desta segunda-feira



        Que Rei Sou Eu?, o clássico “capa e espada” do Cassiano Gabus Mendes entra para Globoplay a partir desta segunda-feira  (14.03),  um dos títulos mais aguardados  desde que a plataforma começou a resgatar as novelas da Globo.



        O Brasil vivia a euforia da sua primeira eleição direta para Presidente da República depois de um jejum de quase 30 anos, e Cassiano Gabus Mendes ousou a apresentar a trama de Que Rei Sou Eu? em 1989  – Um capa e espada que se passava  entre 1786 e 1789 no Reino de Avilan, um fictício país durante a transição da idade moderna, marcada pelos estados absolutistas comandados com mãos de ferro pelos monarcas – para a idade contemporânea, inaugurada pela revolução francesa.

        Na verdade Avilan era uma espécie de cópia de tudo que tinha de pior no Brasil, e a novela acabou se transformando num grito de basta do povo que não aguentava mais tanta falcatrua.



        Os destaques  no elenco de Que Rei Sou Eu? foram muitos :  A saudosa Tereza Rachel esteve impecável na pele da teatral Rainha de Avilan, sem dúvidas seu melhor e mais inesquecível momento na tv.

          Stênio Garcia, que deu vida ao bobo da corte Corcoran, aprendeu aos 57 anos (sua idade na época) a dar cambalhotas, dando  ainda mais veracidade ao palhaço, e também deu um show de interpretação deixando o personagem marcado na história da teledramaturgia.

         Os conselheiros de Avilan, que eram uma sátira ao congresso nacional tiveram seus interpretes escolhidos a dedo; Foram grandes momentos dos atores Jorge Dória, Carlos Augusto Strazzer, Laerte Morrone, John Herbert, Oswaldo Loureiro  e Guilherme Leme, os dois últimos únicos ainda vivos.

        Mas o grande personagem e interpretação de Que Rei Sou Eu? foi  Ravengar , vivido magistralmente pelo também saudoso  Antônio Abujamra. Ravengar marcou o nome do ator na teledramaturgia nacional e era impossível não associá-lo imediatamente ao grande feiticeiro de Avilan.

        Relembre a trama :



1786. Três anos antes da Revolução Francesa, uma trama de capa e espada exibe um filho bastardo do rei, Jean-Pierre (Edson Celulari), legítimo herdeiro do trono de Avilan. O rapaz vive com o povo, longe do castelo e desconhecido dos nobres. Avilan é um reino corroído pelas injustiças sociais, cuja população miserável vive às voltas com governantes corruptos, sucessivos planos econômicos, moeda desvalorizada e altos impostos.

Com a morte do Rei Petrus II (Cassiano Gabus Mendes), os conselheiros reais, que dominam a histérica Rainha Valentine (Teresa Rachel), coroam um falso príncipe, o mendigo Pichot (Tato Gabus). A armação é obra do temido bruxo Ravengar (Antônio Abujamra), que exerce forte influência sobre o reino. O bruxo manipula o novo rei, seu pupilo, em benefício próprio. Revoltado, Jean-Pierre lidera um grupo de revolucionários para derrubar os vilões. Em meio aos conflitos, a Princesa Juliette (Cláudia Abreu) se apaixona por Pichot.



O herói Jean-Pierre é um rapaz corajoso e íntegro que tem como principais parceiros de luta o amigo Corcoran (Stênio Garcia), que se infiltra na corte como bufão e arrebata o coração da devassa Rainha Valentine, e a jovem Aline (Giulia Gamm), que espiona seus inimigos disfarçada de criada do castelo. Aline ama Jean-Pierre, mas ele é também disputado pela nobre Suzanne (Natália do Vale), a bela e infeliz esposa do perigoso conselheiro Vanoli Berval (Jorge Dória).

Suzanne viu-se obrigada a se casar com Vanoli para saldar uma dívida de seu pai, um fazendeiro falido. Inconformada, ela enfrenta o casamento com um homem asqueroso a quem detesta. Para fugir de suas obrigações matrimoniais, engana o marido colocando uma prostituta mascarada para dormir com ele. Porém, Suzanne viverá dias de terror quando o conselheiro descobrir que dormia com uma rameira e que sua mulher o traía.

Poderoso, o nobre Vanoli é o principal conselheiro do reino, uma espécie de primeiro-ministro. Os outros são Gaston Marny (Oswaldo Loureiro), conselheiro das Armas; Bidet Lambert  (John Herbet) , conselheiro dos Mares (em um reino que não faz fronteira com o mar); Crespy Aubriet (Carlos Augusto Strazzer) , conselheiro do Trabalho; Gerard Laugier (Laerte Morreno), conselheiro da Alimentação; e Bergeron Bouchet (Daniel Filho), conselheiro da Moeda, o único sério e não-corrupto, por isso, boicotado pelos outros.

Considerado uma pedra no sapato para os interesses dos conselheiros, Bergeron sofre um atentado e é dado como morto. Na realidade, desmemoriado, ele foi acolhido pelos irmãos Michel (Thiago Picchi)  e Charlotte (Cristina Prochaska) e passou a conviver com o povo. Aos poucos, Bergeron vai recobrando a memória e se une a Jean-Pierre e os rebeldes para lutar contra as injustiças dos nobres de Avilan. E rever sua amada mulher Madeleine (Marieta Severo), que pensa que ele morreu.

        Relembre quem é quem:



EDSON CELULARI – Jean-Pierre
GIULIA GAM – Aline
ANTÔNIO ABUJAMRA – Ravengar
TEREZA RACHEL – Rainha Valentine
DANIEL FILHO – Bergeron Bouchet
MARIETA SEVERO – Madeleine Bouchet
TATO GABUS MENDES – Pichot (Príncipe Lucien Erlan / Rei Petrus III)
CLÁUDIA ABREU – Princesa Juliette
NATÁLIA DO VALLE – Suzanne Vebert
JORGE DÓRIA – Vanoli Berval
STÊNIO GARCIA – Corcoran
ÍTALA NANDI – Loulou Lion (Mercedes Morales)
CARLOS AUGUSTO STRAZZER – Crespy Aubriet
OSWALDO LOUREIRO – Gaston Marny
JOHN HERBERT – Bidet Lambert
LAERTE MORRONE – Gérard Laugier
GUILHERME LEME – Roland Barral
ARACY BALABANIAN – Maria Fromet / Lenore Gaillard
EDNEY GIOVENAZZI – Françoise Gaillard
MILA MOREIRA – Zmirá
ÍSIS DE OLIVEIRA – Lucy Laugier
PAULO CÉSAR GRANDE – Bertrand
MARCOS BREDA – Pimpim
MARCELO PICCHI – Michel
CRISTINA PROCHASKA – Charlotte
VERA HOLTZ – Fanny
FÁBIO SABAG – Roger Vebert
CINIRA CAMARGO – Lili
CARLA DANIEL – Cozette
DESIRÉE VIGNOLLI – Denise
ZILKA SALABERRY – Gabi
BETTY GOFMAN – Princesa Ingrid
JOSÉ CARLOS SANCHES – Balesteros
TOTIA MEIRELLES – Moná
KAKÁ BARRETE – Vadi
TONY NARDINI – Godard
MELISE MAIA – Janine
DEBORAH CATTALANI – Camille

e
ANTÔNIO PEDRO – Barão Von Louchas (negocia os termos do casamento de Pichot e Ingrid)
CARLOS KROEBER – Dom Curro de La Grana (inspetor do FFF – Fundo Financeiro do Futuro – enviado a Avilan para investigar a situação financeira do país)
CARLOS KURT – ferreiro Dupont (não consegue tirar a máscara de ferro de Jean-Pierre)
CATALINA BONAKI – Baronesa de La Rochelle
CAZARRÉ – lorde inglês que negocia com os conselheiros
CHICO ANYSIO – Taji Namas
DERCY GONÇALVES – Baronesa Lenilda Eknésia (mãe da Rainha Valentine)
EMILIANO QUEIRÓZ – La Roche (velho que conheceu Maria Fromet, procurado por Ravengar)
EVA WILMA – Madame D’Anjou (escritora contratada pela rainha para escrever sua biografia)
FERNANDO JOSÉ – velho ferreiro que revela a Ravengar o verdadeiro nome de Loulou Lion
FRANCISCO DANTAS – Barão de La Rochelle
GERMANO VEZANI – Dragão (carrasco)
GIANFRANCESCO GUARNIERI – Rei Petrus II (rei de Avilan, marido da Rainha Valentine, morre no primeiro capítulo)
HELOÍSA HELENA – Cocote (mulher que leva Ravengar até a velha Mirushka)
HENRIQUETA BRIEBA – uma das velhinhas assaltadas na estrada por Bergeron, cujas joias roubadas eram falsas
HILDA REBELLO – uma das aias da Rainha
ILKA SOARES – Marquesa de Lorredan (nobre traída pelo marido com Lucy, foi tirar satisfações com ela exigindo retratação)
ÍTALO ROSSI – Marquês de Castilla (nobre espanhol a quem Juliette foi prometida em casamento, que morre no momento do noivado)
JOÃO SIGNORELLI – Campot (bandido)
JORGE FERNANDO – guarda do palácio que não reconhece a rainha
JOSÉ STEINBERG – frade Angélico (casa Bergeron e Charlotte por imposição de Ravengar)
LIA FARREL – entre as mulheres da corte que pedem à Rainha Valentine que interfira sobre Loulou Lion
LÍCIA MAGNA – uma das velhinhas assaltadas na estrada por Bergeron, cujas joias roubadas eram falsas
LUÍS DE LIMA – Barão de La Bosse (produtor de soja que negocia a construção de uma estrada com Vanoli)
LUIS GUSTAVO – Charles Miller (nobre inglês que vem a Avilan oferecer o foot-ball como diversão para o povo)
LUÍS MAGNELLI – arauto do palácio
MARCUS ALVISI – Bargin (verdureiro)
MARIA CARDOSO – uma das aias da Rainha
MIGUEL ROSEMBERG – um barão
MILTON GONÇALVES – Herr Whisky (nobre alemão que negocia com os conselheiros a montagem de uma fábrica de carruagens)
MONIQUE LAFOND – uma marquesa
NÁDIA NARDINI – Maria Fromet (jovem) / integrante do grupo de Jean-Pierre
NILDO PARENTE – Richet (avaliador oficial do reino que descobriu que as esmeraldas que Crespy deu à rainha eram falsas)
PAULO CÉSAR PEREIO – soldado assassino de Vanoli
ROBERTO DINAMITE – Bobby (jogador de foot-ball que chega a Avilan com Charles Müller)
SORAYA JARLICH (RAVENLE) – Anette (ajudante da cozinha)
TONICO PEREIRA – guarda do palácio que reclama das más condições de trabalho à Rainha
TUCA ANDRADA – ferreiro Lamont (confecciona a máscara de ferro de Jean-Pierre)
YOLANDA CARDOSO – Mirushka (velha que informa a Ravengar que o filho bastardo do rei foi criado por uma cigana, após abandonado por Maria Fromet)

apoio
ALBERTO BARUQUE – guarda do palácio
AMAURY TANGARÁ – ajudante do arauto
ANA BORGES – moça da taberna
ANA JANSEN – bailarina
ANDRÉ MATTOS – soldado morto por Jean-Pierre ao flagrá-lo com Suzanne no bosque
ANKO VALLE – guarda do palácio
CARLA VILELLA – bailarina
DEBORAH CATALANI – moça da taberna
DELANO AVELAR – soldado da guarda do palácio
EROS VELLOSO – bailarino
GUIDO CORRÊA – mordomo do palácio
HERBERT GOMES – bailarino
JACONIAS SILVA – cocheiro
JOÃO VIOTTI SALDANHA – bailarino
JOSÉ CARLOS DE SOUZA – guarda do palácio
JOSÉ DE FREITAS – mordomo do palácio
JÚLIO BRAUER – bailarino
LÚCIA ARATANHA – bailarina
LUÍS SÉRGIO LIMA E SILVA – cocheiro
MARCELO MATTAR – do grupo de Jean-Pierre
MÁRCIA RÊGO MONTEIRO – moça da taberna
NEY LEONTISINIS
NORMA LANNES – bailarina
PAULO VELASCO – bailarino
RODRIGO SALES – bailarino
ROSANA BUSTAMANTE – bailarina
SANDRO RILHO – guarda do palácio
SILVIO BRUNNY – mendigo
WANDA GARCIA – bailarina



A trama tem direção geral do JorgeFernando .

Veja Também:

Novelas Inesquecíveis - Que  Rei Sou Eu? (1989) 


Que Rei Sou Eu Internacional (1989) 


Que Rei Sou Eu (1989)


Fonte:

Texto: Evaldiano de Sousa


Comentários

  1. Quero ver a cena de Daniel filho interpretação de dom curto de lá grana grana

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