O Ricardo de “Anjo Mau” na Globoplay Novelas e o Trajano da novela vertical “Tudo por Uma Segunda Chance”
O ator Leonardo Brício construiu uma trajetória sólida
na televisão, no teatro e também como diretor teatral. Nascido no Rio de
Janeiro, em 1963, ele começou sua carreira nos palcos nos anos 1980, após
estudar no tradicional Teatro Tablado, de Maria Clara Machado.
Na
TV, Leonardo ganhou destaque inicialmente na extinta Rede Manchete,
especialmente como o protagonista Peri na minissérie O Guarani (1991).
Depois, consolidou-se como um dos galãs das novelas dos anos 1990 e 2000 na TV Globo,
participando de produções marcantes como Renascer (1993), O Rei doGado (1996), Anjo Mau (19970,
Meu Bem Querer (1998) , A Muralha (2000), Porto dos Milagres (2001) e Da Cor doPecado (2004).
Mais
tarde, o ator também teve uma passagem importante pela RecordTv, atuando
em novelas como Cidadão Brasileiro (2006), Luz do Sol (2007) e Chamas daVida (2008). Um de seus trabalhos
mais lembrados desse período foi o protagonismo na minissérie bíblica Rei Davi (2012).
Além
da televisão, Leonardo Brício sempre manteve forte ligação com o teatro,
atuando e dirigindo peças. Também participou de produções no streaming, como O Mecanismo, da Netflix, e Arcanjo Renegado, do Globoplay.
Atualmente,
Leonardo Brício está mais dedicado ao teatro e a projetos audiovisuais
independentes. Em 2025, participou da produção Tudo
Por Uma Segunda Chance, primeira
novela vertical da Globo nas redes
sociais, ele também chama atenção pela boa forma aos 62 anos e costuma
compartilhar momentos de treino, bastidores e reflexões sobre carreira e arte.
Recentemente, voltou aos holofotes após viralizar com vídeos mostrando sua
rotina de exercícios.
O ator é um dos astros do remake de Anjo Mau, da autora Maria Adelaide Amaral, em reprise atualmente pela Globoplay
Novelas.
Peri de O Guarani (1991)
Leonardo Brício
estreou na tv na primeira fase da novela Tieta,
do Aguinaldo Silva, vivendo
o personagem Amintas, que depois foi
vivido pelo Roberto Bomfim.
No ano
seguinte foi para a extinta Rede Manchete e estreou na minissérie
Na Rede de Intrigas, mas foi em O Guarani,
minissérie do Walcyr Carrasco,
inspirado no romance homônimo de José
de Alencar, que ele ganhou grande projeção.
Ele protagonizou a minissérie ao lado da Angélica ( do Vou de Taxi,
da Globo e do Huck). A Superprodução da Manchete era uma
tentativa de também emplacar a loura com atriz além de apresentadora.
Leonardo Brício ainda era um ator em ascensão, e o
papel exigia forte presença física e emocional. Seu Peri tinha um tom romântico
e heroico, seguindo a tradição do personagem literário, mas também trazia uma
interpretação mais humana e sensível. Muitos lembram até hoje da caracterização
do ator, das cenas na mata e do clima épico da produção, que buscava grande
apuro visual — algo muito característico das obras da Manchete naquele
período.
Julinho de Éramos Seis (1994)
Fora da Rede Manchete, em 1993, Leonardo Brício foi contratado pela Globo e participou
da primeira fase da novela Renascer (1993),
do Benedito Ruy Barbosa, coincidentemente fazendo novamente o personagem que o Roberto Bomfim viveu na segunda fase
– Deocleciano. Porém logo depois ele fecha contrato com o SBT e estreia
no terceiro remake de Éramos Seis (1994),
escrito pelo Silvio de Abreu e o Rubens Edvald Filho, vivendo o personagem Julinho, um dos filhos de
Dona Lola (Irene Ravache).
Diferente dos irmãos mais ligados aos valores familiares e ao
sacrifício materno, Julinho representava a modernidade, a ambição e também
certo egoísmo que surgia com as mudanças sociais da época.
Charmoso,
inquieto e cheio de sonhos, Julinho desejava ascender socialmente e conquistar
uma vida confortável, muitas vezes entrando em choque com os ensinamentos da
mãe.
A
interpretação de Leonardo Brício ajudou a tornar Julinho um dos
personagens masculinos mais lembrados daquela versão da obra. O ator conseguiu
transmitir tanto o carisma quanto as fragilidades do personagem, especialmente
nos momentos em que Julinho se afastava da família e acabava revelando suas
contradições emocionais.
Enrico de O Rei do Gado (1996)
O personagem Enrico, vivido por Leonardo Brício na
primeira fase de O Rei do Gado,
marcou uma das tramas mais delicadas e emocionais da novela do Benedito Ruy
Barbosa. Integrante da família Mezenga na juventude da história, Enrico
representava o lado mais sensível e humano em meio às rivalidades familiares e
às paixões intensas que movimentavam a trama.
Leonardo
Brício apareceu ainda muito jovem na produção e conseguiu
dar ao personagem um tom romântico e melancólico, combinando com o clima
dramático da primeira fase da novela. Sua participação ajudou a construir o
universo dos imigrantes italianos e os conflitos entre os Mezenga e os
Berdinazzi, núcleo central da obra.
A
primeira fase de O Rei do Gado é lembrada até hoje pela força emocional, pela
fotografia marcante e pelas interpretações intensas de seu elenco. E, mesmo em
uma participação inicial, Leonardo Brício chamou atenção pela presença
cênica e pelo talento que mais tarde se consolidaria.
Beto de A Justiceira (1997)
O Beto, personagem do Leonardo Brício na série A Justiceira, fazia parte do grupo secreto de
combate ao crime liderado por Augusta (Nívea Maria) e coordenado pelo juiz
Salomão, personagem de Daniel Filho. A produção misturava ação policial,
drama e investigação, algo pouco comum na televisão brasileira dos anos 90, e o
personagem de Leonardo ajudava justamente a dar esse clima mais aventureiro e
urbano à trama.
Beto
era um dos integrantes mais ativos da equipe clandestina que auxiliava Diana
Maciek, protagonista vivida por Malu Mader. O personagem participava das
missões de campo, investigações e operações contra organizações criminosas
espalhadas pelo Brasil. Dentro do grupo, ele funcionava como um braço
operacional importante, trazendo uma presença mais séria e intensa para as cenas
de ação.
A série também marcou
uma fase interessante da carreira de Leonardo
Brício, que vinha de trabalhos em novelas como O Rei do Gado e Éramos
Seis. Em “A Justiceira”, ele teve a chance de explorar um personagem
mais adulto e ligado ao suspense policial, reforçando a imagem de ator versátil
que transitava bem entre drama, aventura e romance.
Ricardo de Anjo
Mau (1997)
Na versão de Anjo Mau exibida pela Globo em 1997, Leonardo Brício interpretou Ricardo, um
personagem que fazia parte do núcleo jovem da trama escrita por CassianoGabus Mendes e adaptada por Maria Adelaide Amaral.
Ricardo
é um rapaz envolvido nas questões
amorosas e familiares que movimentavam a novela, ajudando a compor o universo
dos personagens mais jovens da história. Leonardo Brício trouxe ao papel
um perfil carismático e leve, algo que marcou bastante sua trajetória nas
novelas dos anos 90, período em que o ator se consolidava como um dos galãs da
televisão brasileira.
Um
dos pontos mais pesados envolvendo Ricardo em Anjo
Mau foi justamente a violência cometida contra a personagem Vivi,
interpretada por Taís Araújo. A novela abordou o estupro de maneira
dramática e séria, mostrando o trauma vivido pela personagem e as consequências
emocionais do crime — algo ainda pouco debatido nas novelas daquele período.
Juliano de Meu
Bem Querer (1998)
Na novela Meu Bem Querer,
o ator viveu Juliano Mourão, um dos
personagens centrais da trama criada por Ricardo Linhares. Exibida pela Globo entre 1998 e 1999, a novela apostava
naquele universo nordestino cheio de paixões, segredos familiares e personagens
intensos que marcaram os folhetins do autor.
Juliano foi o primeiro protagonista oficial do Leonardo em
novelas e era apresentado como um homem
aparentemente correto e religioso, criado sob influência do pastor Bilac,
personagem de Mauro Mendonça. Porém, ao longo da história, o personagem
revelava um lado cada vez mais obsessivo, ressentido e manipulador. Apaixonado
por Lívia, vivida por Flávia Alessandra, ele sofria por não ser
correspondido e acabava mergulhando em atitudes movidas por inveja e
frustração.
O
personagem funcionava como uma espécie de antagonista emocional da trama.
Enquanto Antônio e Rebeca, interpretados por Murilo Benício e Alessandra Negrini, representavam o casal romântico principal, Juliano e Lívia eram os
responsáveis por boa parte dos conflitos e armações da novela.
Leonardo
Brício conseguiu dar ao personagem um tom elegante e ao
mesmo tempo sombrio, mostrando a transformação gradual de Juliano ao longo da
novela. Era um papel cheio de nuances: alguém criado dentro de princípios
rígidos, mas consumido pelo ciúme, pela rejeição e pela necessidade de
controle. Na reta final, o personagem chegou ao limite emocional e acabou
internado em um sanatório, num desfecho bastante dramático.
Tiago de
A
Muralha (2000)
O personagem Tiago Olinto, vivido pelo Leonardo
na minissérie A Muralha, foi
um dos grandes protagonistas da trama escrita por Maria Adelaide Amaral.
Exibida em 2000 para celebrar os 500 anos do descobrimento do Brasil, a
produção misturava romance, aventura e conflitos históricos no universo dos
bandeirantes paulistas.
Tiago
era filho de Dom Braz Olinto, interpretado por Mauro Mendonça, líder de
uma poderosa família de bandeirantes. Diferente do pai, que lucrava com a
escravização indígena, Tiago tinha uma visão mais humana e enxergava na busca
pelo ouro um caminho mais justo. Esse conflito ideológico ajudava a construir
um personagem mais sensível e moderno dentro daquele contexto histórico brutal.
Além
da questão política e moral, Tiago também viveu um dos grandes dramas
românticos da minissérie. Ele era apaixonado por Isabel, personagem de AlessandraNegrini, mas acaba envolvido em um triângulo amoroso com Beatriz, vivida
por Leandra Leal. O romance era marcado por descobertas familiares,
rivalidades e tragédias, elementos típicos das grandes produções históricas da Globo.
A interpretação de Leonardo
Brício chamou atenção justamente por equilibrar coragem, romantismo e
inquietação. Tiago tinha o perfil clássico do herói aventureiro, mas também
carregava dúvidas e fragilidades que o tornavam humano. Foi um papel importante
na consolidação do ator em produções de época, especialmente porque a
minissérie teve grande repercussão pela qualidade técnica, fotografia
cinematográfica e elenco estrelado.
Alexandre de Portodos Milagres (2001)
O personagem Alexandre Guerreiro, foi vivido pelo Leonardo
Brício em Porto dos Milagres, e fazia parte do núcleo jovem e romântico da trama criada por Aguinaldo
Silva. Exibida em 2001 pela Globo, a novela misturava realismo
mágico, política, religiosidade popular e fortes conflitos familiares
ambientados na fictícia cidade baiana de Porto dos Milagres.
Alexandre
era apresentado como um rapaz sensível, correto e idealista, características
que contrastavam com o universo de ambição e corrupção presente em boa parte da
história. Leonardo Brício construiu o personagem com um tom mais
contido, reforçando a imagem do jovem apaixonado e íntegro, algo que marcou
bastante a trajetória dele.
Na
trama, Alexandre se envolvia diretamente nas disputas amorosas e familiares que
movimentavam o folhetim, e novamente era
apaixonada pela personagem da Flávia Alessandra, que tal qual em Meu Bem Querer(1998) se chamava Livia.
Além
disso, “Porto dos Milagres” acabou
sendo uma produção importante na carreira de Leonardo Brício por
consolidar sua presença em novelas de grande audiência da Globo no
início dos anos 2000. O ator conseguiu imprimir carisma ao personagem, mesmo em
uma obra marcada por figuras muito fortes e populares, como as interpretadas
por Antônio Fagundes, Cássia Kis e Flávia Alessandra.
Ulisses Sardinha de Da Cor do Pecado (2004)
Leonardo Brício encontrou em Ulisses Sardinha um dos
personagens mais simpáticos e divertidos de sua trajetória na TV. Na novela Da Cor do Pecado, do autor João Emanuel Carneiro, o ator deu
vida ao aventureiro da família Sardinha, um homem forte, impulsivo, apaixonado
pela liberdade e dono de um enorme coração.
Surfista,
esportista e sempre metido em alguma confusão, Ulisses fazia parte do núcleo
mais leve e carismático da trama. Ao lado dos irmãos Apolo (Reynaldo Gianecchinni), Thor (Cauã Reymond), Dionísio (Pedro Neschiling) e Abelardo
(Caio Blat), ajudou a transformar a família Sardinha em um dos grandes
destaques da novela, misturando humor, emoção e muita química entre o elenco.
Leonardo
Brício conseguiu equilibrar perfeitamente o lado cômico e
o lado emocional do personagem, entregando um Ulisses humano, divertido e
extremamente carismático. Até hoje, a família Sardinha segue lembrada como um
dos núcleos mais queridos das novelas dos anos 2000.
O
personagem foi um dos últimos do ator na
Globo antes de ser contratado
pela RecordTv e passar a ser um
dos grandes astros da nova teledramaturgia da emissora.
Celso de Cidadão Brasileiro
(2006)
Em Cidadão Brasileiro,
escrita por Lauro César Muniz, o ator Leonardo Brício interpretou
Celso Castanho, um personagem marcado por conflitos pessoais e uma trajetória
intensa. Celso era um ex-presidiário que retorna à convivência da família
depois de cumprir pena por envolvimento em um desfalque financeiro, carregando
o peso dos erros do passado e a dificuldade de reconstruir a própria vida.
A
novela explorava justamente esse lado mais humano e contraditório do
personagem: alguém impulsivo, cheio de mágoas e ressentimentos, mas também
vulnerável diante das relações familiares e amorosas. Leonardo Brício
mergulhou nesse perfil mais sombrio e inquieto, até mudando o visual — raspando
os cabelos — para reforçar a imagem de alguém recém-saído da prisão.
Dentro
do núcleo dos Castanho, Celso se envolvia em conflitos constantes,
especialmente por causa de suas escolhas e da tensão emocional que carregava. A interpretação de Leonardo Brício
chamou atenção por trazer intensidade ao personagem, alternando momentos de
agressividade, ironia e fragilidade emocional, algo muito presente nas novelas
de Lauro César Muniz. A Situação
familiar se torna ainda mais
complexas quando ele se envolve com a esposa do irmão, a bela
Maura vivida pela Mônica Carvalho.
Cidadão Brasileiro marcou uma fase
importante da carreira de Leonardo, sendo uma de suas primeiras novelas na RecordTv
após deixar a Globo. O papel de Celso ajudou a consolidar essa nova
etapa do ator na emissora, onde ele faria outros trabalhos de destaque nos anos
seguintes.
Pedro de Chamas da Vida (2008)
Pedro Galvão, personagem de Leonardo Brício em Chamas da Vida, foi o grande herói da trama
escrita por Cristianne Fridman. Soldado-bombeiro, Pedro é um homem
corajoso, honesto, responsável e extremamente dedicado à família. Após a morte
dos pais, assumiu a criação dos irmãos mais novos, o que o fez amadurecer cedo
e carregar um forte senso de dever.
A
história central da novela gira em torno do romance entre Pedro e Juliana
Silveira, que interpretava Carolina. Amigos de infância, os dois seguiram
caminhos diferentes, mas se reencontram após um incêndio que marca o início da
trama. O relacionamento enfrenta diversos obstáculos, incluindo diferenças
sociais, rivalidades e a oposição dos vilões da história.
Leonardo
Brício recebeu muitos elogios pela interpretação do
personagem, que combinava heroísmo, sensibilidade e liderança. Pedro se tornou
um dos protagonistas mais lembrados das novelas da Record daquela fase, sendo
peça fundamental no sucesso de Chamas da Vida.
Davi de Rei
Davi (2012)
Em 2012, Leonardo Brício protagonizou uma das mais
ambiciosas produções da Record TV ao interpretar Davi na minissérie Rei Davi, da
. O ator deu vida ao
lendário rei de Israel, mostrando sua jornada desde a juventude humilde como
pastor de ovelhas até a ascensão ao trono.
Com
uma atuação intensa e emocionante, Brício retratou as diversas faces de Davi: o
guerreiro que derrotou Golias, o homem apaixonado, o líder admirado pelo povo e
o rei marcado por desafios e conflitos. O papel é lembrado até hoje como um dos
pontos altos de sua carreira e um dos grandes sucessos da teledramaturgia
bíblica brasileira.
Leonardo
Brício passou por demoradas caracterizações para se
transformar em Davi. Para viver o rei aos 50 anos, a maquiadora demorava cerca
de duas horas para transformar o ator. Já aos setenta anos, cerca de quatro
horas.
O Rei Davi foi o último trabalho do Leonardo na RecortTV que logo depois deixou a emissora e passou a protagonizar séries nos streamings.
Gabriel de Arcanjo Renegado (2020)
Em 2020, Leonardo Brício assume um dos principais
papéis da série da Globoplay e Globo - Arcanjo Renegado. Na verdade, o
Coronel Gabriel se torna o grande vilão das duas primeiras temporadas da série.
Embora inicialmente apareça como padrinho e mentor de Mikhael (Marcelo Mello
Jr.), ele revela sua verdadeira face ao longo da trama, movido pela ambição
política e pelo desejo de poder.
Segundo
o próprio Leonardo Brício, Gabriel comete um dos atos mais chocantes da
série: assassina o governador e arma uma conspiração para que a culpa recaia
sobre seu afilhado, Mikhael. A partir daí, ele se transforma no principal
inimigo do protagonista e acaba preso.
O
interessante é que, na terceira temporada, ocorre uma grande reviravolta.
Gabriel deixa de ser o principal antagonista quando surge um novo vilão,
Cristóvão (Thelmo Fernandes). O personagem é retirado da prisão porque é o
único capaz de enfrentar seu antigo comparsa, criando uma situação em que
antigos adversários precisam lidar com um inimigo ainda maior.
Trajano de Tudo
por Um Segunda Chance (2025)
Trajano, é o
personagem interpretado pelo ator na
novela vertical Tudo por uma Segunda Chance.
Ele faz parte da poderosa família Trajano e é o pai de Lucas Trajano,
protagonista da trama vivido pelo Daniel
Rangel.
Na
história, Jorge aparece como um homem influente e protetor da família,
acompanhando de perto o relacionamento do filho com Paula (Débora Ozório) e os
acontecimentos que mudam completamente a vida dos personagens após as armações
da vilã Soraia (Jade Picon). Ao lado de Glória Trajano, personagem de Beth Goulart, ele representa a base familiar dos Trajano e participa dos
momentos mais importantes da narrativa.
Para
Leonardo Brício, o papel marcou seu retorno a uma produção da Globo,
integrando o elenco da primeira novela vertical da emissora, formato criado
especialmente para exibição em redes sociais e plataformas digitais.
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Fonte:
Texto: Evaldiano de
Sousa

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